quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O fantasma do crescente endividamento do consumidor

Ainda que seja uma experiência recente no país, de menos de duas décadas, o crédito de massa já transformou a economia e a vida do brasileiros.

 
O crédito é uma importante variável econômica, que promove a expansão da atividade, amplia o poder de compra dos consumidores e multiplica as transações.
Ainda que seja uma experiência recente no país, de menos de duas décadas, o crédito de massa já transformou a economia e a vida do brasileiros. Os ganhos socioeconômicos são indiscutíveis e tornam o mercado consumidor um dos mais atraentes do planeta.

Com uma espetacular perspectiva de crescimento, dada a baixa relação crédito/PIB, de 46,7%, esta é a hora do Brasil discutir o atual formato de seu sistema de crédito e os impactos sobre o endividamento do consumidor, que evolui aceleradamente.

O país não dispõe de mecanismos para evitar o superendividamento do consumidor e isto é uma vulnerabilidade. Como não se sabe quem está com dívidas acima de sua capacidade de pagamento e se desconhece o histórico de crédito, há uma zona cinzenta entre quem é bom ou mau pagador. Hoje, o superendividamento ocorre de forma individualizada no Brasil, mas determina impactos no coletivo. O prejuízo com os maus pagadores é distribuído por todos os consumidores, por meio do custo elevado do crédito, penalizando a grande maioria que, de fato, paga bem.

Vários países passaram por problemas de superendividamento de sua população, alguns com crise e outros não, mas todos encontraram uma única saída para isto.

Por exemplo, na Coréia do Sul, em 1997, a Crise da Ásia, que quebrou boa parte do sistema financeiro da região, pegou as famílias altamente endividadas. Sem crédito bancário, as famílias passaram a usar seus cartões de crédito para pagamentos. De 1999 a 2002, o número de cartões mais que dobrou e atingiu a marca de 100 milhões para uma população de 46 milhões. Para se ter uma idéia da situação, o saldo utilizado no cheque especial e no cartão de crédito bateu os 114% do PIB.

O endividamento das famílias passou para 96% da renda disponível. Sentindo o risco iminente, entre 2003 e 2004, os governantes passaram a impor limites nesta modalidade, aumentando a inadimplência das famílias, que chegou a 10,5%, e mais insolvência para o sistema financeiro. Para evitar o que poderia ainda ser pior, no segundo semestre de 2004, o cadastro positivo entrou em operação, para melhorar e aperfeiçoar o sistema e os relatórios de crédito. No final daquele mesmo ano, a inadimplência caiu para 5,5% e em 2005 para 3,2%. Hoje, a inadimplência das famílias está em 1,1% e a Coréia do Sul tem um sólido ambiente de crédito.

Hong Kong é outro destaque na reversão do crescimento acelerado do superendividamento. Em 2002, após um longo ciclo de crescimento econômico, acompanhado por uma firme expansão do crédito, a relação endividamento familiar e renda disponível bateu os 140%. Lá existe o instrumento de falência pessoal, que atende aqueles casos em que o consumidor não tem ativos para pagar as diversas dívidas assumidas. As falências pessoais decretadas atingiram o recorde de 25.328 registros. Havia em Hong Kong uma situação desconfortável, com cidadãos quebrados e instituições com rentabilidade em queda e indo para na mesma direção. Vale lembrar que tanto neste território chinês quanto nos Estados Unidos e em outros países, o consumidor que fica insolvente e entra em falência passa por várias restrições. Em Honk Kong, seu ativo é distribuído entre os credores. Nos Estados Unidos, fica sem acesso ao crédito por uma década.

Hong Kong implantou seu cadastro positivo em junho de 2003 e, desde então, tem promovido o compartilhamento das informações positivas de crédito do consumidor. Como resultado, já em 2004, a insolvência pessoal tinha caído para 12.150 casos. O período de transição para o novo sistema de crédito durou dois anos, com o objetivo de criar uma firme cultura do cadastro positivo. Em 2008, os registros de falências pessoais estavam em 10.779 e, em 2009, com o impacto da crise financeira global foram a 16.157 e devem voltar para o patamar abaixo de 8 mil ocorrências nos próximos dois anos. A população deste território e a economia local estão livres dos problemas do superendividamento.

Hoje no Brasil, o envidamento da população em comparação à renda é de 39,1%, de acordo com o Banco Central. É um número que não preocupa no momento, porque a renda e o emprego também estão em alta. Mas, vale a reflexão sobre os fatos.

A lição que fica da Coréia do Sul e de Hong Kong e mais outros países como a Tailândia e a África do Sul, é que não se deve esperar a deterioração do endividamento para se implantar um moderno e eficiente sistema de crédito. Vários países, de forma oposta, implantaram o cadastro positivo sem passar pelo cenário crítico de uma crise de endividamento do consumidor, como Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Croácia, Irlanda, República Tcheca, Turquia, Hungria, Marrocos, Arábia Saudita e muitos outros.

Este é um dos desafios que se apresenta à economia brasileira: ter um sistema avançado de avaliação do risco de crédito, o cadastro positivo, que garante qualidade ao crédito. Com ele é possível gerenciar os efeitos colaterais do endividamento – elevação dospread, dos juros e a restrição do crédito.

Para que o endividamento do brasileiro se torne sustentável é necessário que a atual metodologia de avaliação do risco seja revista, pois é uma prática ultrapassada e ineficiente no que se propõe. Caso contrário, continuaremos tendo no endividamento da população um grande e ameaçador fantasma.

Qual a imagem do seu contador?

Além de constituir um importante instrumento para a divulgação, um bom currículo subsidia seu proprietário com argumentos valiosos em uma entrevista.

A aprovação da Lei 12.249/10, que reativa o Exame de Suficiência para contadores, chega para valorizar e devolver a autoestima aos profissionais da área, frequentemente estigmatizados como "guarda-livros" ou como "aqueles caras" que vivem com uma calculadora na mão e possuem um pequeno escritório, com uma mesa invariavelmente desorganizada, abarrotada de planilhas e guias de pagamento.

Ainda hoje, parte do empresariado tem esta visão distorcida sobre os profissionais da contabilidade, o que também não deixa de ser culpa de muitos contadores, que insistem em manter um estilo antiquado, burocrático e pouco interessado por como seu negócio é visto pelo cliente.

Estamos na era da geração Y e de novidades tecnológicas diárias, e não é diferente em relação ao sistema fiscal e tributário brasileiro. O projeto Sped e seus pilares, a certificação digital e outros tipos de obrigações fiscais que migraram para o ambiente online são os maiores exemplos de como as relações entre contribuintes e os Fiscos das três esferas entraram definitivamente no campo digital, abrindo espaço para o contador-consultor e encerrando a carreira de profissionais obsoletos.

Parece muito? Pois não é! Além de conhecer cada uma das obrigações fiscais eletrônicas e suas penalidades, formas de entregas, implantações etc., o contador-consultor não pode deixar de acompanhar as mudanças tributárias diárias em cada uma das esferas e ainda providenciar escriturações fiscais e contábeis, sem esquecer-se de entregar guias e Darfs de impostos para que o contribuinte-cliente efetue os pagamentos em prazo hábil. Isso tudo sem falar na Norma Internacional de Contabilidade, que está sendo adotada e ainda gera muitas dúvidas.

Em meio a tantas mudanças, cabe ao profissional de contabilidade a tarefa de mostrar que seu trabalho é cercado de muita inteligência profissional e que sua expertise é fundamental para que as companhias estejam sempre saudáveis dos pontos de vista fiscal e tributário.

Se por um lado o Exame de Suficiência é importante para devolver a autoestima ao contador, por outro, pode-se concluir que a mera aprovação em exame não garante que este profissional contábil está apto a atuar em um cenário tão metamórfico. Discursos favoráveis ou contrários não representam a solução para qualquer problema, mas servem como um meio de direcionar as novas exigências em relação às Ciências Contábeis do novo século.

Priscila Lima é graduada em Ciências Contábeis e Administração de Empresas, atualmente ocupa o cargo de executiva da Apress Consultoria Contábil (www.apress.com.br), especialista em Nota Fiscal Eletrônica.
http://www.administradores.com.br/

O passo a passo para construir um currículo bem sucedido

Quem, nos dias de hoje, não se interessa por ter um currículo bem feito?

Além de constituir um importante instrumento para a divulgação, um bom currículo subsidia seu proprietário com argumentos valiosos em uma entrevista. O Currículo Vitae, que significa curso da vida, é diferente para cada pessoa porque cada um vive experiências de forma única.

Importante compreender logo que não há uma receita para "melhoria da aparência de um currículo" porque a qualidade do CV (apelido carinhoso que o documento recebeu) ficaria comprometida, se tratada só na superfície. Na verdade um bom CV tem que ter alma!

Ao invés de apenas listar atividades e funções, ele deve contar o que você realizou de valor, mostrando, assim, o que você está pronto para entregar. E a melhor maneira de redigí-lo é contando as situações vividas. Portanto, não caia na armadilha do: "Habilidade em liderança" ou, "Capacidade de trabalhar em equipe", frases que soam vazias porque não há um fato que comprove estes comportamentos. Prefira, por exemplo, "10 anos de experiência na liderança de equipes de vendas em indústrias farmacêuticas em âmbito Brasil".
  • Dicas
Considerando que o currículo tem por objetivo lhe apresentar, é bom que as pessoas consigam compreender sobre o que você está falando. Clareza, objetividade, português correto, lógica na disposição de idéias, são requisitos básicos.

Preparando-se


- Separe a carteira profissional, acione colegas, consulte seus guardados e levante as empresas por onde passou, cargos que ocupou, períodos em que ficou em cada cargo e empresa, cursos, trabalhos no exterior e demais realizações importantes. Use Papel A4 ou Carta, letra preta, corpo 11 ou 10,5 . Dados reunidos, mãos a obra.


Escreva primeiro a Identificação e os dados pessoais:



Nome, endereço (completo com CEP), email e telefones (com prefixo)
Nacionalidade, data de nascimento, estado civil e número de filhos.
Em seguida coloque o título: sua área de atuação. Como as empresas adotam nomenclaturas diferentes, escrever um cargo pode ser um limitador.

Agora um item importante, uma introdução, um resumo de todas as suas experiências: as Qualificações. Este item deve trazer seus diferenciais de carreira, suas vivências e conhecimentos de modo geral. É uma espécie de "telegrama", que pode decidir a leitura do restante do currículo.

Se você fala outros idiomas aqui é um bom lugar para colocar, juntamente com a formação acadêmica, se ela for um diferencial. Dependendo da sua trajetória e de seus objetivos pode ser interessante escolher um currículo do tipo cronológico ou um do tipo funcional.

A diferença é que o cronológico privilegia a evolução da carreira (cargos ocupados e promoções) enquanto que o funcional dá ênfase as experiências e conhecimentos adquiridos, independente dos cargos ocupados.

Qualquer que seja sua escolha, as "Principais Realizações" estarão incluídas. Para construí-las é necessário que você considere para cada realização a seguinte equação:

desafio/problema/contexto/meta + sua ação específica = resultado obtido

As "Principais Realizações" funcionam como uma prova de que você cumpriu com êxito o que foi contratado para fazer. Podem ser escritas separadamente ou junto com a descrição de cargos. 

Se você escolheu o CV funcional, agora é a vez do Histórico Profissional que trará apenas o registro das empresas, cargos e períodos. Se você escolheu o CV Cronológico deverá então mudar o título para Experiência Profissional porque além dos registros, também fará a descrição dos cargos mais recentes.



Importante: no CV a ordem é: do mais recente para o mais antigo, ou seja, comece pela última empresa onde trabalhou, último cargo ocupado, última graduação, etc.


Enfim os Cursos. Escolha aqueles que valorizem a sua carreira. Se o leitor chegou até aqui, ele busca um complemento interessante, não estrague tudo citando o curso de datilografia, que apesar de lhe ajudar a digitar rápido, vai passar a idéia de que você é pré-histórico.
  • O que não vai no currículo
- Fotografia – Só se você for modelo e estiver enviando um book.

- Data e assinatura – Para quê? No cv não vai nada desnecessário.
 
Papel colorido – Não adianta, você não vai ser escolhido por que o papel é diferente.
   
Viagens a passeio – Pode ser que você tenha gostado muito, mas realmente  não interessam para o recrutador
  
Documentos – Desnecessário e perigoso, pois o CV pode chegar a mãos não idôneas.
   
Referências – Passar o telefone e email das pessoas as expõe desnecessariamente. Deixe para fazer isso quando estiver adiantado num processo seletivo e souber exatamente para quem você forneceu os dados.
Pretensão salarial – Jamais. Como você pode pretender ganhar um valor se saber qual é o trabalho a fazer? Espere pela entrevista.
   
Símbolos como: telefones e estrelas – O uso pode comprometer a mensagem profissional que o documento deve passar.

Finalmente, para evitar que você entre em total desespero minutos após começar a disparar seu currículo, antes soltar a “fera” faça o seguinte:      

      *  Passe o corretor ortográfico – erros de português são imperdoáveis.

      *  Confira seus telefones e emails – se trocar um número ou uma letrinha já era.

      *  Peça a alguém que faça uma leitura minuciosa – com tanto copy and paste, pode ser que você tenha deixado alguma frase sem sentido.


Carmem Velloso - Consultora Sênior da Right Management
http://www.administradores.com/

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A profissão do Administrador

Primeira coisa que devemos saber é que a Administração não é uma ciência exata como muitos imaginam e sim uma ciência humana.

Dinheiro, recursos naturais, tempo, recursos humanos, mão de obra, todos são recursos limitados. A função do administrador de empresas nada mais é que planejar e organizar o melhor uso destes recursos para maximizar os lucros e minimizar o impacto social e ambiental.

O administrador é o responsável por fiscalizar e organizar a produção, coordenando a mão de obra para melhorar a produtividade. Ele tembem atua na seleção dos empregados, testa sistemas, testa métodos e gerencia a ação do departamento de marketing.

Então, qual seria a grade básica do curso de Administração de Empresas?
> Contabilidade
> Matemática
> Estatística
> Teoria Econômica
> Direito Administrativo
> Legislação Tributária
> Economia Brasileira
> Administração de Pessoas
> Administração de Materiais
> Instituições de DIreito Público e Privado

  • Pontos positivos da profissão de Administrador:

A principal vantagem do curso de Administração de Empresas com certeza é o tamanho do mercado de trabalho, um dos mais aplos e variados dentre todas as profissões. Outra vantagem é que com a economia do país aquecida e crescendo, cada vez mais empresas estão sendo abertas oferecendo ainda mais oportunidades de trabalho.

  • Pontos negativos da profissão de Administrador:

Do mesmo modo que o mercado é amplo, ele também é muito competitivo. Os processos seletivos para carreira de administração nas grandes empresas estão entre os mais concorridos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O que vem a ser Administração?



Segundo alguns livros de Administração, a palavra vem do latin, ad (junto de) e ministration (prestação de serviço) e significa a ação de prestar serviço ou ajuda. Modernamente, administração representa todas as atividades relacionadas com o planejamento, organização, direção e controle. Sejam elas empresariais, governamentais, institucuinais, domésticas, etc. A moderna administração surgiu no início do século XVIII, quando os engenheiros Taylor (focado na organização das tarefas dos operários), e Fayol (focado na estrutura organizacional). Suas teorias (administração científica, e clássica respectivamente), dominaram as cinco primeiras décadas do século passado e exercem forte influência no panorama administrativo até hoje, entranhadas nas novas teorias como: das relações humanas; estruturalista; de sistemas e da contingência.

Os dois objetivos principais da administração são proporcionar eficiência e eficácia às empresas.

EFICIÊNCIA: Fazer as coisas corretamente. Preocupação com os meios.

EFICÁCIA: Alcançar resultados. Preocupação com os fins ou objetivos.


Para os economistas, as empresas visam à produção de alguma coisa mediante a reunião de três fatores de produção, a saber: a natureza, o capital e o trabalho. Os chamados recursos empresariais ou meios pelos quais a empresa procura realizar suas atividades para atingir seus objetivos. Esses recursos são: Materiais, Financeiros, Humanos, Mercadológicos e Administrativos.

As Funções Administrativas: Planejamento, Organização, Direção e Controle constituem o processo administrativo, onde cada uma delas possuem significados diferentes, porém, todas estão girando sobre um único eixo.



  • PLANEJAMENTO: Significa vizualizar o futuro e traçar os objetivos, programas e planos de ação. Na realidade, o planejamento é um fato muito comum em nossas vidas. A todo momento estamos planejando nosso comportamento em relação a certos objetivos. Quando pretendemos ir a algum lugar, planejamos antecipadamente qual o melhor percurso a ser percorrido. Qualquer viagem envolve algum planejamento. As donas de casa planejam constantemente seu dia-a-dia, as refeições da família, etc. Assim, o planejamento é uma decorrência natural do comportamento das pessoas. Nas empresas, o planejamento é uma necessidade imperiosa: uma vez definido algum objetivo, o planejamento constitui a melhor maneira de chegar lá. Um planejamento eficaz depende de um bom diagnóstico da situação e de um prognóstico a partir das informações diagnósticadas.


  • ORGANIZAÇÃO: Significa constituir o organismo social e material da empresa. Normalmente em nossos lares, temos cada coisa no seu devido lugar, seja na sala, na cozinha, em cada quarto: tudo é organizado de uma maneira lógica e racional para que todas as coisas sejam utilizadas da melhor maneira. Também nas empresas, as pessoas, os equipamentos e recursos empresariais, devem ser alocados e arranjados de maneira lógica e racional, para que as atividades sejam executadas da melhor maneia possível.


  • DIREÇÃO: Significa conduzir e orientar o pessoal. Simultânea aos trabalhos de planejamento e organização, é considerada como a essência do trabalho do bom administrador. De nada adianta um bom planejamento e uma boa organização se as pessoas trabalham sem orientação e coordenação adequadas. Os meios de direção são: a emissão de ordens; instruções; comunicação; motivação; liderança e coordenação.


  • CONTROLE: Significa verificar se o que foi planejado e organizado está sendo, de fato, executado conforme o planejado e organizado. Consiste em medir e corrigir o desempenho dos subordinados para assegurar que os objetivos da empresa sejam atingidos, identificar os possíveis erros ou desvios, a fim de corrigi-los e evitar a sua repetição. O controle é um processo cíclico e repetitivo composto de quatro etapas a saber: estabelecimento de padrões; avaliação do desempenho; comparação do desempenho com o padrão estabelecido e ação corretiva. À medida que o processo se repete, o controle permite um gradativo aperfeiçoamento, ou, em outros termos, uma gradativa aprendizagem do sistema, que corrige seus erros e melhora seu desempenho. Seguindo esses processos e procedimentos o administrador multiplica suas chances de sucesso em qualquer empreendimento.

Sejam bem vindos!!!

Tem início aqui o mais novo blog sobre a Administração, sendo ela em todas suas formas, (ADM do tempo, ADM do dinheiro, ADM dos arquivos, ADM dos processos, etc...), aqui você encontrará os mais diversos assuntos, podendo opinar sobre eles nos comentários em cada post.
Na figura ao lado temos uma amostra do que hoje é considerado a Administração de empresas, ou seja, a globalização.